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Mostrando postagens de agosto, 2025

E se amanhã não for nada disso

  Eu venho aqui, mais uma vez, derramar palavras que não consigo deixar escapar diante dos seus olhos. É como se escrever fosse a única forma de aliviar esse peso doce que você provoca, um peso que não machuca, mas ocupa todos os espaços. Por algum motivo que nem eu entendo, confio em você como não confio em quase ninguém. Você me transmite uma paz rara… e, ao mesmo tempo, um turbilhão. Quando estou com você, perco o filtro, perco o véu… me sinto nua de maneiras que não têm a ver com roupa, mas com alma. É novo. É perigoso. E é irresistível. Só de te olhar, sinto que poderia colocar minha vida inteira nas suas mãos, e ainda assim dormir tranquila. E confesso, minha imaginação te veste e despe a cada segundo, mas não como carne fria e solta. Te desejo inteira: o corpo, o sorriso enviesado, o olhar que é ao mesmo tempo mistério e convite, a maneira como você se inclina quando se empolga, a entonação da sua voz quando conta algo que ama. Gosto de te ouvir como quem bebe um vinho...